À dor com que ele cai e me consome;
Ouço Leviatã chamar meu nome,
Sim! Que do mar, escuta o meu lamento!
Devorai-me então, oh ventos vorazes!
Como farão logo as feras marinhas...
Oh tormenta, tanta saudade eu tinha
Do naufrágio! dos desastres que trazes!
Não! Não me procurem, oh meus amigos!
Não! Não me procurem, oh meus amigos!
