Onde voavam livres lindas fadas
Qual borboletas... brincando contentes;
Era uma floresta carnavalesca,
Soprava no rosto uma brisa fresca
E ouvi das árvores rindo duendes!
Ia pra onde levavam-me as pernas
E era infinito... a primavera eterna!
Os dourados raios pelas folhagens
Brilhavam! Vi as mais coradas flores
E frutas – Pude sentir os sabores,
Pensava: mas que agradável miragem...
...O quê? Pra onde foi a primavera?!
Turvou-se o — antes cristalino — rio,
E a brisa tornou-se o vento mais frio,
Algo estava perturbando-me o sono!
A luz se acinzentou num tom estranho
E as folhas ganharam um tom castanho,
Mudara a estação! Do nada, era outono.
Do chão, vi tomarem forma fantasmas
E uma névoa de tão torpes miasmas...
Pobres duendes! ia adoecê-los.
Eu vi no lago lodoso e no ar
Faces demoníacas! — Que lugar
Nefasto, o pântano dos pesadelos...
Se um dia sonhares com tal floresta
Sorria! Dance! Sim, junte-se a festa
De lá dos serezinhos diminutos...
Saiba: quando muito alegre te sentes
– Qual eu, quando coas fadas e os duendes –
De alegria restam poucos minutos!
Brilhavam! Vi as mais coradas flores
E frutas – Pude sentir os sabores,
Pensava: mas que agradável miragem...
...O quê? Pra onde foi a primavera?!
Turvou-se o — antes cristalino — rio,
E a brisa tornou-se o vento mais frio,
Algo estava perturbando-me o sono!
A luz se acinzentou num tom estranho
E as folhas ganharam um tom castanho,
Mudara a estação! Do nada, era outono.
Do chão, vi tomarem forma fantasmas
E uma névoa de tão torpes miasmas...
Pobres duendes! ia adoecê-los.
Eu vi no lago lodoso e no ar
Faces demoníacas! — Que lugar
Nefasto, o pântano dos pesadelos...
Se um dia sonhares com tal floresta
Sorria! Dance! Sim, junte-se a festa
De lá dos serezinhos diminutos...
Saiba: quando muito alegre te sentes
– Qual eu, quando coas fadas e os duendes –
De alegria restam poucos minutos!
